A expressão “mano” vem da palavra “irmão”. No português falado, principalmente entre os jovens, “irmão” acabou sendo abreviado para “mano”, assim como “irmã” virou “mana”.
Origem
O uso começou a ficar popular nas periferias urbanas do Brasil, especialmente em São Paulo, ligado à cultura do rap, hip-hop e skate nas décadas de 1980 e 1990. Grupos de rap ajudaram muito a espalhar a expressão pelo país.
O que significa
“Mano” é usado como uma forma informal de chamar alguém, parecido com:
“cara”
“amigo”
“parceiro”
“irmão”
“bro”
Exemplos:
“E aí, mano, beleza?”
“Valeu, mano!”
“Esse mano joga muito.”
Dependendo do contexto, também pode mostrar proximidade, amizade ou surpresa:
“Mano, você viu isso?!”
Onde é mais usado
Hoje a palavra é usada no Brasil inteiro, mas é muito associada ao jeito de falar de São Paulo e das grandes cidades do Sudeste. Entre adolescentes e jovens, ela aparece bastante:
em conversas do dia a dia;
em músicas de rap e funk;
em vídeos e redes sociais;
em jogos online.
A expressão ficou tão comum que muitas pessoas usam “mano” quase como vírgula na fala.

Como surgiu a expressão ´´todo dia sai um malandro e um otário´´?
A expressão “todo dia sai um malandro e um otário” é um ditado popular brasileiro usado para dizer que sempre existe alguém tentando enganar e alguém que acaba sendo enganado.
O que significa
“Malandro”: pessoa esperta, aproveitadora ou que tenta tirar vantagem dos outros.
“Otário”: pessoa ingênua, fácil de enganar.
A frase sugere que golpes, truques e aproveitamentos continuam existindo porque sempre há alguém disposto a acreditar ou cair neles.
Exemplo:
alguém vende um produto falso por um preço absurdo;
outra pessoa acredita e compra.
Aí alguém poderia dizer:
“Todo dia sai um malandro e um otário.”
Origem
Não existe uma origem totalmente confirmada, mas o ditado ficou popular no Brasil por causa da cultura popular urbana, especialmente em:
rodas de samba;
histórias de “malandragem”;
programas de humor;
músicas populares.
A ideia lembra frases antigas atribuídas ao mundo dos golpes e da esperteza popular.
Onde é mais usada
A expressão é muito comum no Brasil inteiro, principalmente em conversas informais. Ela aparece bastante:
nas redes sociais;
em memes;
em discussões sobre golpes;
em comentários sobre pessoas sendo enganadas.
Hoje em dia, muita gente usa a frase de forma humorística ou irônica.
